Dizem que na vida temos que escrever um livro... por que não começar com um BLOG....
domingo, 6 de dezembro de 2009
PAI
Pai, pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos, pai e filho talvez
Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....
Pai, pode crer, eu tô bem eu vou indo, tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...
Pai, eu não faço questão de ser tudo, só não quero e nao vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você
Pai, senta aqui que o jantar tá na mesa, fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida, onde a vida só paga pra ver
Pai, me perdoa essa insegurança, é que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo, nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu
Pai, eu cresci e não houve outro jeito, quero só reencostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa e brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai, você foi meu herói meu bandido, hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho, você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Haja tempo pra gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos, pai e filho talvez
Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer coisa entre esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz....
Pai, pode crer, eu tô bem eu vou indo, tô tentando vivendo e pedindo
Com loucura pra você renascer...
Pai, eu não faço questão de ser tudo, só não quero e nao vou ficar mudo
Pra falar de amor pra você
Pai, senta aqui que o jantar tá na mesa, fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida, onde a vida só paga pra ver
Pai, me perdoa essa insegurança, é que eu não sou mais aquela criança
Que um dia morrendo de medo, nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu
Pai, eu cresci e não houve outro jeito, quero só reencostar no teu peito
Pra pedir pra você ir lá em casa e brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Pai, você foi meu herói meu bandido, hoje é mais muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho, você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
a VERDADE
Por que eu estou tentando ver, quando não há nada em vista?
Por que eu estou tentando dar, quando ninguém lhe dá uma chance?
Por que estou lutando para viver, se eu estou vivendo para morrer?
Por que eu estou tentando dar, quando ninguém lhe dá uma chance?
Por que estou lutando para viver, se eu estou vivendo para morrer?
procurando.....
O prazer vira dor
Das lições aprendidas no sofrimento
Das perguntas que me torturam
Sobre se o amor é humano
Em como nos toca
Os pensamentos são peixes
Subindo o rio nas lagrimas da sua mentira
Lutando contra a corrente da dor
Que mata mais do que a criada
Pelo caos das nossas emoções interligadas
Caos, porque a âncora da flecha de Eros
Foi tirada da nau da minha eterna paixão
A separação não é tão simples
Quanto a distancia entre nós
Minha mente não é mais possuída pelo demônios
Testemunhas de como
Suas mentiras me escravizaram
As sementesdessas mentiras
Têm raizes tão profundas
Que minaram o alicerce
Do que um dia dividimos
Deixando que a fé em nós
Jorre como um rio
Rasgando a imagem do nosso futuro
Tão violenta e brutalmente
Como uma criança roubada
Dos braços da mãe
Estou envolto em sombras
Mais me recuso a ser engolido por elas
Minha solidão é como o ar noturno
Invisivel ao olho, óbvio ao toque
Em seu frio desconforto
Mas se pudesse fazer tudo de novo
Eu faria nesta mesma pele
Deitar e deixar o amor morrer
Deitar e deixar o amor mentir
Não, eu, não
Vou continuar e deixar o amor voar
Mesmo que tenha visto
Seu lado sombrio: a mentira
Nada é tão quente ou doce ao paladar.
Das lições aprendidas no sofrimento
Das perguntas que me torturam
Sobre se o amor é humano
Em como nos toca
Os pensamentos são peixes
Subindo o rio nas lagrimas da sua mentira
Lutando contra a corrente da dor
Que mata mais do que a criada
Pelo caos das nossas emoções interligadas
Caos, porque a âncora da flecha de Eros
Foi tirada da nau da minha eterna paixão
A separação não é tão simples
Quanto a distancia entre nós
Minha mente não é mais possuída pelo demônios
Testemunhas de como
Suas mentiras me escravizaram
As sementesdessas mentiras
Têm raizes tão profundas
Que minaram o alicerce
Do que um dia dividimos
Deixando que a fé em nós
Jorre como um rio
Rasgando a imagem do nosso futuro
Tão violenta e brutalmente
Como uma criança roubada
Dos braços da mãe
Estou envolto em sombras
Mais me recuso a ser engolido por elas
Minha solidão é como o ar noturno
Invisivel ao olho, óbvio ao toque
Em seu frio desconforto
Mas se pudesse fazer tudo de novo
Eu faria nesta mesma pele
Deitar e deixar o amor morrer
Deitar e deixar o amor mentir
Não, eu, não
Vou continuar e deixar o amor voar
Mesmo que tenha visto
Seu lado sombrio: a mentira
Nada é tão quente ou doce ao paladar.
ROTINA ♫
Os bico pensa se fala de rua, de festa, eu só escrevo
Toda madruga enquanto o sol e a lua reveza eu devo
Cumprir meu rito esquisito, ligo a Tv no mute
Volto pa MP, fico plugando certos input
Putz! Eu boto um cha de ontem pa esquentar
Escuto disco por disco, os vinil que o tio faz
desconto
Volto os que curto sem risco, pô, vai da pra
samplear!
Se marcar antes das 5 mais um rap tá pronto
Minhas rima fala de um tudo que nasceu de algum nada
Junto a risada no buso, voltando de alguma balada
Fico de canto, mudo, com a mente concentrada
Esboço um sorriso puto, mas num desvio o rosto da
calçada
O sereno escorre no vidro brilhando, né?!
E o brilho me lembra o olhar da minha mulher
E aih já vem otros 500 mil pensamento
Prevendo pra onde é que vai meus relacionamento
Se o sofrimento fi, é tão comum de onde eu venho
Dá moh medo da distancia matar tudo que eu tenho
Distancia amigo, não é varios kilometros quadrado
Quantas vezes c tá distante, memo tando do lado
Solitarios e curtos, assim são meus dias
Enquanto minhas noites são confusas e frias
O cha ferve na cozinha, porque tô la co radinho
Apertando o play no Cartola, eu odeio sofrer sozinho!
ouvindo um beat quetin
com o fone no canto com meus disketin
de ritmo tanto quanto,quando penso na rima
as ves da 7 neguin e eu não findei a rotina
nem vou finar, quantas vez não da 8 9 10
tô la escumungando os cabo que chia fode meu jazz
por isso eu sou obrigado a faze uns verso embasado
pros cara nem se liga que o sample tá todo chiado
minha vida é um freestyle em um beat que não para
20 poucos anos não saiu do tempo porque eu tô sempre
escutando
mais do que fala o mal humoradão das palavra
endemazia que nasce a contradição
Não precisei ler Confúcio amigo
Pra saber que não pode ter distancia entre o que eu
faço e o que eu digo
Se eu estendi a mão proce é porque eu morro por você
malandro
Foda-se o Emicida, isso a Jacira ensinou pro Leandro
Bagui de vida, dessa que c consome
Ter sido criado por uma mulher, o que me fez um homem
Daria um filme, ou se daria
Cada madruga que atravesso com as minha agonia
Acho que as 6 da matina só eu olho o horizonte
Dou valor pro nascer do sol, buscando os verso na
fonte
Os pad pede minha atencao e eu regresso
E o céu cede inspiracao, eu começo
Pensando nas mulher, nos amigo, na vida, no universo
Focado porque isso tudo tem que caber num só verso
Peço licença ao Cartola, coloco um Adoniran
Que o galo já tá cantando de novo as 6 da manha
Toda madruga enquanto o sol e a lua reveza eu devo
Cumprir meu rito esquisito, ligo a Tv no mute
Volto pa MP, fico plugando certos input
Putz! Eu boto um cha de ontem pa esquentar
Escuto disco por disco, os vinil que o tio faz
desconto
Volto os que curto sem risco, pô, vai da pra
samplear!
Se marcar antes das 5 mais um rap tá pronto
Minhas rima fala de um tudo que nasceu de algum nada
Junto a risada no buso, voltando de alguma balada
Fico de canto, mudo, com a mente concentrada
Esboço um sorriso puto, mas num desvio o rosto da
calçada
O sereno escorre no vidro brilhando, né?!
E o brilho me lembra o olhar da minha mulher
E aih já vem otros 500 mil pensamento
Prevendo pra onde é que vai meus relacionamento
Se o sofrimento fi, é tão comum de onde eu venho
Dá moh medo da distancia matar tudo que eu tenho
Distancia amigo, não é varios kilometros quadrado
Quantas vezes c tá distante, memo tando do lado
Solitarios e curtos, assim são meus dias
Enquanto minhas noites são confusas e frias
O cha ferve na cozinha, porque tô la co radinho
Apertando o play no Cartola, eu odeio sofrer sozinho!
ouvindo um beat quetin
com o fone no canto com meus disketin
de ritmo tanto quanto,quando penso na rima
as ves da 7 neguin e eu não findei a rotina
nem vou finar, quantas vez não da 8 9 10
tô la escumungando os cabo que chia fode meu jazz
por isso eu sou obrigado a faze uns verso embasado
pros cara nem se liga que o sample tá todo chiado
minha vida é um freestyle em um beat que não para
20 poucos anos não saiu do tempo porque eu tô sempre
escutando
mais do que fala o mal humoradão das palavra
endemazia que nasce a contradição
Não precisei ler Confúcio amigo
Pra saber que não pode ter distancia entre o que eu
faço e o que eu digo
Se eu estendi a mão proce é porque eu morro por você
malandro
Foda-se o Emicida, isso a Jacira ensinou pro Leandro
Bagui de vida, dessa que c consome
Ter sido criado por uma mulher, o que me fez um homem
Daria um filme, ou se daria
Cada madruga que atravesso com as minha agonia
Acho que as 6 da matina só eu olho o horizonte
Dou valor pro nascer do sol, buscando os verso na
fonte
Os pad pede minha atencao e eu regresso
E o céu cede inspiracao, eu começo
Pensando nas mulher, nos amigo, na vida, no universo
Focado porque isso tudo tem que caber num só verso
Peço licença ao Cartola, coloco um Adoniran
Que o galo já tá cantando de novo as 6 da manha
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